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Rickshaw celebra cultura urbana

terça-feira, 31 agosto, 2010

Marca de bolsas apresenta novo tecido

Conhecida por sua “Zero Messenger bag” (bolsa carteiro em cuja produção não é gerada nenhum lixo), a Rickshaw apresentou um novo tecido para alguns dos seus produtos que variam de carteiras e bolsas à capas para iPad e agendas e acessórios.

Feito a partir de 100% poliéster reciclado e terminado com um revestimento “eco-friendly” e resistente à manchas, o “Rickshaw Performance Tweed” (marca registrada) é resistente e tecido exclusivamente para a empresa e com alto padrão de qualidade nos E.U.A.

Além deste novo tecido, esta marca de São Francisco também trabalha com algodão orgânico, PET reciclado, entre outros. Inspirada pela cultura urbana e ciclista, a Rickshaw possui um grande senso de comunidade que se percebe no apoio aos eventos da cidade e na transparência e interatividade com seus consumidores.

Capas de algodão orgânico para iPad são alguns dos produtos da marca que podem ser customizáveis.

Capas de algodão orgânico para iPad são alguns dos produtos da marca que podem ser customizáveis.

Produzidas em São Francisco, assim como todos os outros produtos da empresa, esta bolsa carteiro é útil para os seus dias

Produzidas em São Francisco, assim como todos os outros produtos da empresa, esta bolsa carteiro é útil para os ciclistas de plantão.

De vários tamanhos, esta Zero Messenger bag é a que possui o novo tecido da marca.

De vários tamanhos, esta Zero Messenger bag é a que possui o novo tecido da marca.

À trabalho e com estilo

terça-feira, 24 agosto, 2010

Bolsas e pastas ecológicas e masculinas

Produtos cosmopolitas, mas que se aproximam da natureza; refinados, suaves e ainda, ásperos; a atenção aos detalhes e um design simples; masculinos, porém com um toque de sensibilidade. Estas são as premissas para os acessórios da marca hard graft.

De bolsas para homens às pastas finas e lisas para os seus iPad ou Kindle, passando por pastas para moleskines e porta-cartões, esta empresa austríaca atende um público exigente. As credenciais ecológicas? São produtos feitos com 100% lã de feltro (uma fibra natural sustentável) e couro curtido através de processos que utilizam corantes naturais em vez do método convencional onde se usa cromo, que é tóxico.

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É ou não é para um homem estiloso? Adoramos esta mochila para laptops feita de couro e da bolsa de feltro para MacBook.

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Que tal esta pasta de feltro para iPad? Facilita até a sua leitura! Ao lado, outra pasta para este gadget com bolso externo em couro para o seu smartphone e mais, caba na sua mão!

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Praticidade é tudo o que o homem urbano precisa. Este porta-cartões e iPhone cabe no seu bolso. E a pasta para guardar moleskine e caneta serve para não perder as suas anotações.

Para o homem com estilo e que se preocupa com o meio ambiente!

Alarme positivo da moda eco

terça-feira, 20 julho, 2010

As bolsas feitas de mangueira de incêndio

Você já sabe da máxima: onde há fumaça, tem de haver fogo. A marca londrina ISSI tem as sirenes que sinalizam a sua recém-lançada coleção de bolsas. Em parceria com Elvis & Kresse e um time internacional de artistas premiados, como Lothar Götz, Olivier Millagou, Paul Morrison, and Simon Periton, a marca elaborou uma série de bolsas, carteiras e acessórios feitos a partir de mangueiras de incêndio recicladas.

Esta edição limitada, ao contrário dos icônicos acessórios da marca Elvis & Kresse, não é completamente envolta em vermelho. Outras cores compôe este mix de produtos como um azul raro. Deixe o alarme tocar em bom e alto som para avisar que a técnica do upcycling na moda pegou fogo de vez!

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O artista Lothar Götz quem criou esta bolsa ‘Ludwig’

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‘Sissi’ é o nome desta clutch de Lothar Götz

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Criada por Paul Morrison, 'Volcano' se destaca por sua cor inteiramente vermelha

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E para pegar fogo de vez, só mesmo a 'Girl on fire' do artista Olivier Millagou

*Crédito das imagens ao site da Issi.

A sustentabilidade no SPFW

terça-feira, 15 junho, 2010

Novas águas rolarão

Se as flores foram predominantes no Fashion Rio, a água e a madeira foram no SPFW. Não faltaram referências nas cores, coleções e cenário, como a piscina da Neon, das principais marcas que desfilaram nesta temporada.

A Osklen apresentou sua coleção “Oceans” na qual os diversos tons de azul, do mais claro – quase branco – ao marinho, formaram a paleta de cores que foram tingidas no algodão orgânico. Aliás, o processo de tingimento natural feita em parceria com Eber Lopes Ferreira, um dos maiores entendedores do assunto, foi a novidade desta apresentação.

Osklen
A paleta azul da Osklen

Outro estilista que trouxe para a sua passarela (masculina) material ecológico foi o Alexandre Herchcovitch. O EcoSimple é um tecido feito 100% com matéria-prima reciclada e resultado de um complexo processo de produção: resíduos da indústria têxtil são separados por cores por pessoas de baixa renda, que seguem para a fábrica e passam por um processo chamado desfibragem (consiste no “rasgamento” dos tecidos e não usa nenhum produto químico). Em forma de fibras, esses materiais são fiados e tecidos com “15% de fibras de PET reciclado”, segundo Paulo Roberto Sensi Filho (sócio da EcoSimple).

A.Herchcovitch - calça e paletó com manga curta _ ag Fotosite

Calça e paletó com maga curta feito com o tecido EcoSimple do estilista Alexandre Herchcovitch

A marca Maria Bonita também fez um lindo trabalho ao usar lâminas de madeira de reflorestamento articuladas em forma de mosaico sobre tecidos que apareceram de diversos tamanhos e formas nas roupas e bolsas, assim como peças com crochê de palha estiveram presentes. Com a ideia de reaproveitamento, a estilista Simone Nunes montou seu cenário feito com madeira de demolição mostrando assim a sua consciência ao tema eco-social.

Maria Bonita - mosaicos de madeira _ ag Fotosite

Blusa feita com mosaico de madeira da Maria Bonita...

Maria Bonita _ croche

... assim como o crochê de palha na blusa e no chapéu

Simone Nunes - passarela upcycled

A passarela upcycled de Simone Nunes

Unindo sociedade e ecologia, as marcas Iódice e Movimento e o estilista Ronaldo Fraga apresentaram as suas coleções. A Iódice trabalhou com pele de pescada que apareceram em bolsas, tucumã em forma de canutilho bordado em peças, cortiça em cintos e sapatos, além do tingimento do couro ser feito com base vegetal e a adoção de uma unidade de conservação no Amazonas na qual cada peça vendida da marca, um real será doado para a comunidade.

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Vestido com detalhe de tucumã na Iódice...

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... e o detalhe na bolsa e o cinto de cortiça

A marca de beachwear Movimento fez um trabalho social e ecológico com uma comunidade localizada à beira-mar em Recife. Essas mulheres de pescadores passaram por seis meses de treinamento com Tininha da Fonte, estilista da marca e escolhida para encabeçar o projeto Pernambuco com Design. O resultado são peças feitas a partir do reaproveitamento de pele de peixe e possuem um efeito de lascas de madeira.

Movimento

Lasca de madeira? Não. É o maiô da Movimento feito de pele de peixe reaproveitada.

Ronaldo Fraga, também convidado para participar do projeto Pernambuco com Design, não apenas trabalhou com as artesãs deste estado, mas também com as mulheres da Paraíba e de Minas Gerais para fazer delicadas rendas renascença e bordar detalhes e peças como vestidos, saias e tops. Para finalizar esta maestria de design artesanal e sustentabilidade, o estilista mineiro utilizou algodão orgânico cru em algumas de suas peças.

Ronaldo Fraga - rendas _ ag Fotosite

A renda no vestido de Ronaldo Fraga...

Ronaldo Fraga - algodao org. bordado _ ag Fotosite

... e o vestido de algodão orgânico com bordados

Mesmo que ainda muitas marcas não integraram os conceitos de sustentabilidade em seus processos, estas marcas que desfilaram nesta temporada primavera-verão 2011 no SPFW propondo alternativas sustentáveis já é sinal que novas águas rolarão.

A “anima” do SPFW

sexta-feira, 11 junho, 2010

A sustentabilidade na Bienal

Com o tema “Anima“, o SPFW começou ontem em clima de novos ventos soprando e anunciando o próximo verão brasileiro. Em um breve giro pelo prédio da Bienal, percebe-se propostas relacionadas à sustentabilidade.

O nosso tour se inicia com Espaço Oi Moda em que objetos cotidianos e comuns à construção civil são reutilizados ao ser retirados de suas funções básicas.  A proposta de reconstrução destes produtos lembra o brinquedo Lego onde a transformação é uma constante.

Oi lounge

Plástico que lembra uma sacola gigante se torna uma chaise-longue

Como moda é movimento e se integra às outras áreas, como a arte, o estilista Jum Nakao apresenta a performance “Vestígios Vestíveis” que é um ambiente cenográfico correspondente a um boteco típico de qualquer esquina Brasil afora. Este cenário será transformado objeto por objeto ao longo dos seis dias do evento.

Jum Nakao instalação

O bar se transformará em um espaço totalmente revestido de branco

Para finalizar, o lounge da Melissa vem em clima amazônico onde o espaço se transforma numa floresta estilizada geométrica. Entre as peças da nova coleção Melissa Amazonista, a criação do designer italiano Gaetano Pesce é a mais cool! A sandália pode ser customizada de uma ankle-boot a uma rasteirinha. Pegue uma tesoura e a transforme em um objeto único de desejo. Não sabe  o que fazer com os glóbulos recortados? Uma dica é pensar no reuso que você pode criar a partir do recorte que você dar. Pensem em pulseiras, acessórios para cabelo, pingentes, colares… a imaginação flui solta!

Melissa lançamento

De ankle-boot ao que a sua mente criar!

Quer dar um respiro da Bienal? Vá até a Galeria Melissa localizada na Rua Oscar Freire e respire o ar puro das plantas expostas verticalmente na parede também estilizada desta recriação amazônica.

Melissa loja OF

As samambaias na Galeria Melissa

A sustentabilidade no Fashion Rio

sexta-feira, 4 junho, 2010

E o próximo verão florido

Ainda não temos uma semana de moda exclusivamente voltada para a sustentabilidade, como a Estethica de Londres, mas algumas marcas que se apresentaram no Fashion Rio semana passada mostraram que a sustentabilidade está na passarela da moda.

Os melhores exemplos de aplicação dos conceitos sustentáveis em suas coleções apresentadas foram a British Colony com malha de algodão orgânico, a Redley com suas bolsas e mochilas feitas a partir de velas de windsurf fora de uso mostrando muito bem a técnica do upcycling, as pulseiras feitas a partir de madeira de demolição da Andrea Marques, os acessórios feitos de cortiça (este material é retirado da casca da árvore, sem machucá-la ou precisar cortá-la, sendo assim, um processo sustentável) do estilista Lucas Nascimento e a Totem com suas bolsas de praia e chapéus de crochê feitos com plástico reciclado.

British Colony (fonte: Elle)

British Colony (fonte: Elle)

British Colony (fonte: Elle)

British Colony (fonte: Elle)

A bolsa upcycled da Redley (fonte: Elle)

A bolsa upcycled da Redley (fonte: Elle)

Os braceletes da Andrea Marques (fonte: Agência Fotosite)

Os braceletes da Andrea Marques (fonte: Agência Fotosite)

Lucas Nascimento (fonte: Agência Fotosite)

Lucas Nascimento (fonte: Agência Fotosite)

O chapéu de crochê da Totem (fonte: Elle)

O chapéu de crochê da Totem (fonte: Elle)

Bolsa da Totem (fonte: Elle)

Bolsa da Totem (fonte: Elle)

Fizeram bonito também as marcas que integraram o processo artesanal com comunidades como a estilista Isabela Capeto com suas bolsas de folhas de bananeira feitas pelo Instituto Realice, o estilista Walter Rodrigues que fez sua coleção em parceria com ONGs e cooperativas de Pernambuco e a Têca que trabalhou com uma associação de rendeiras de bilro de Natal.

Isabela Capeto e sua bolsa com folha de bananeira (fonte: Elle)

Isabela Capeto e sua bolsa com folha de bananeira (fonte: Elle)

Walter Rodrigues (fonte: Elle)

Walter Rodrigues (fonte: Elle)

As rendas da Têca (fonte: Elle)

As rendas da Têca (fonte: Elle)

Se os processos e a coleção em si não foram de acordo com os princípios da sustentabilidade, um tema (e por que não, tendência?) é certo: a natureza com seus jardins, flores e insetos apareceram com força total nas estampas, nas jóias e bijuterias e nos cenários dos desfiles. Seja de forma lúdica como os chapéus-jardins do coletivo OEstudio ou de maneira romântica como nas coleções da Espaço Fashion e Filhas de Gaia ou ainda com uma imagem forte mostrando uma coleção que fala de tragédias naturais, incêndios, queimadas em florestas e devastação do planeta na Mara Mac, a natureza dócil ou furiosa vai arrastar, ops, arrasar os quarteirões da moda.

O chapéu-jardim e a brincadeira lúdica do desfile do OEstúdio (fonte: Elle)

O chapéu-jardim e a brincadeira lúdica do desfile do OEstúdio (fonte: Elle)

As joias em formato de insetos da Espaço Fashion (fonte: Agência Fotosite)

As joias em formato de insetos da Espaço Fashion (fonte: Agência Fotosite)

A estampa floral no romance da Espaço Fashion (fonte: Elle)

A estampa floral no romance da Espaço Fashion (fonte: Elle)

Mais flores no jardim da Filhas de Gaia (fonte: Elle)

Mais flores no jardim da Filhas de Gaia (fonte: Elle)

Como na natureza nem tudo são flores, a sua fúria foi destaque na Mara Mac (fonte: Agência Fotosite)

Como na natureza nem tudo são flores, a sua fúria foi destaque na Mara Mac (fonte: Agência Fotosite)

Moda do Futuro

terça-feira, 1 junho, 2010

O espaço das marcas de moda sustentável

Instalada nos fundos de uma casa no bairro do Campo Belo, na cidade de São Paulo, o espaço concebido pela jornalista e consultora de moda Danielle Ferraz é o ponto certo para quem quer comprar produtos de marcas brasileiras que aplicam a sustentabilidade em seus processos.

Danielle Ferraz em seu eco-espaço

Danielle Ferraz em seu eco-espaço

A loja chamada Moda do Futuro foi toda pensada e revestida de materiais reaproveitados, desde o lustre da década de 1920 encontrada no lixo de um estacionamento até o revestimento da parede feito de fuxicos de algodão com flores de PET feitas pela comunidade Arte Pet, da Amazônia, passando pelos móveis e as prateleiras feitas de caixas restauradas e encontradas na feira que, de outra forma, seriam jogadas no lixo.

Parte da loja Moda do Futuro

Parte da loja Moda do Futuro

Atualmente, o espaço representa os designers Suzana Rodrigues com suas biojóias feitas de sementes do cerrado, Eduardo Miguel com seus anéis e móveis feitos a partir de galhos encontrados já caídos e Fê Ronconi com sua marca de roupas e acessórios que prioriza o reaproveitamento e o lixo têxtil zero. Dentre as marcas estão: Ikove, marca brasileira de cosméticos feitos a partir de produtos orgânicos 100% naturais; Maria Lixo, marca de acessórios, principalmente bolsas, feitos a partir de sacolas plásticas descartadas e; Refazenda, marca de roupas que integra o trabalho de cooperativas de rendeiras de forma socialmente justa. Em breve, os produtos da Bag for Life também serão vendidos no espaço.

As bolsas e acessórios da Maria Lixo

As bolsas e acessórios da Maria Lixo

Os cosméticos da Ikove

Os cosméticos da Ikove

Os anéis feitos de madeira descartada de Eduardo Miguel

Os anéis feitos de madeira descartada de Eduardo Miguel

 

Serviço:

Rua Morais de Barros, 452 – Campo Belo, São Paulo

11 5548-4141

A Bag é ecochic!

quinta-feira, 18 março, 2010

A Bag é Ecochic!

Descolada

quinta-feira, 11 fevereiro, 2010

descolex

A Bag saiu no Blog do descoladíssimo Glaubo Sabino, editor do site da Lilian Pacce e dono do Blog Descolex…
O título do post resume bem a preocupação da Bag: Ecológico sem ser Hippie!
Sim, a Bag tem trabalhado cada vez mais na pesquisa de materiais sutentáveis, mas também no design de seus produtos. A coleção Masterpiece é o resultado desse esforço, que com a parceria com Pirecco desenvolvemos uma coleção incrível que parece mais obra de arte!

E falando em descolados, Bag e Pirecco, o nosso mais querido artista ilustrou um fanzine chamado My Cool e deu uma entrevista sobre seu trabalho, citando a Bag e a coleção Masterpiece, vale baixar a edição e ler tudo! Super cool mesmo! Para baixar a versão em pdf clique aqui.

Fashion Green

terça-feira, 2 fevereiro, 2010

imagem

Anni Rapinoja Taidekoulutus

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Cbijoux

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Caca Georgieva

A sustentabilidade é uma tendência que promete guiar a moda nos próximos anos.

E enquanto isso não vira uma realidade comercial, surgem artistas e designers de vanguarda que começam a expressar em seus trabalhos artísticos este “pensamento verde”.

São sapatos feitos de folhas, anéis de plantas e colares que se tornam verdadeiras obras de arte nas mãos desses designers que pretendem chamar a atenção para o assunto moda e sustentabilidade.

Veja mais no post 7 Eco-Chic. Vale a pena a visita!